quarta-feira, março 05, 2014

Discriminação/Segregação no Projeto do Estádio Beira Rio

sexta-feira, fevereiro 14, 2014

(Até quando a falta de) Acessibilidade no Beira Rio



Na última 4ª feira, dia 12 de fevereiro, estiveram reunidos, na sede do Ministério Público do Rio Grande do Sul, o Presidente do Sport Club Internacional Giovani Luiggi, membros dos Ministérios Públicos Estadual e Federal e representantes das Associações RS Paradesporto e ASASEPODE, bem como do Conselho Nacional dos Direitos das Pessoas com Deficiência - CONADE (no lado do Movimento das Pessoas com Deficiência). 

O objetivo era a assinatura do TAC da Acessibilidade (Termo de Ajustamento de Conduta) que fora fruto de mais de 10 meses de reuniões, negociações e concessões em inquéritos que tramitam perante o órgão ministerial. Mas o Presidente do Internacional, em que pese estar com o TAC há mais de 60 dias em sua mesa, negou-se a assiná-lo, alegando que o Corpo de Bombeiros não concederia o PPCI ao Estádio Beira Rio caso o fizesse. 

Ficou designada, então, vistoria no Estádio Beira-Rio, para 2ª feira (dia 17 de fevereiro), às 15 horas, com a presença do Corpo de Bombeiros, com a finalidade de averiguar questões de segurança relativas às cláusulas de acessibilidade lançadas no TAC. 

Não há dúvidas que se trata de mais uma artimanha protelatória lançada pela Direção do Sport Club Internacional, tendo em vista que o Corpo de Bombeiros estava presente na penúltima reunião realizada nos inquéritos, quando se chegou à redação final do TAC da Acessibilidade. É dizer: a avença foi concluída, com a presença e o respaldo dos integrantes da Corporação Militar. 

Enfim, é profundamente lamentável a situação que hoje vivemos. O Internacional insiste que é nobre sua postura de construir um único local reservado, de péssima visibilidade, sujeito a intempéries e fora da área de proteção da cobertura. Todavia, não bastasse os incômodos da visibilidade e falta de proteção, esse procedimento configura segregação (pessoas com deficiência num único local) e já foi devidamente rechaçado tanto por nossa legislação como também pelo próprio Caderno de Encargos da FIFA. 

Não há mais campo para negociações ou para novas reuniões ou vistorias. O TAC da Acessibilidade que, diga-se, possui exigências muito mais brandas que aquelas da legislação federal aplicável ao tema, deve ser imediatamente assinado pelo Sr. Presidente do Sport Club Internacional. 

De toda forma, 2ª feira, dia 17 de fevereiro, às 15 horas, estaremos todos no Gigante da Beira Rio, para demonstrar aos senhores dirigentes do Sport Club Internacional que suas manobras protelatórias não vingarão.

Luiz Portinho – Presidente
www.rsparadesporto.org.br

Igualdade

Existem episódios que, por mais lamentáveis que sejam, sempre deixam um legado. Os torcedores racistas do Real Garcilaso, do Perú, encontraram o destinatário certo para o seu rancor. Tinga é um cidadão, um cara talhado para ouvir as "asneiras" que ouviu no Peru e transformá-las num grande ensinamento. O tiro dos racistas peruanos saiu pela culatra, como devem sair todos os tiros dos preconceituosos que habitam nossa sociedade.

Parabéns Tinga!

terça-feira, dezembro 17, 2013

sábado, novembro 23, 2013

Flickr RS PARADESPORTO

sexta-feira, novembro 15, 2013

sexta-feira, novembro 01, 2013

STF manda governo de SP adaptar escola para aluno com deficiência

Decisão só vale para escola de Ribeirão Preto, mas servirá de parâmetro. Tribunal de Justiça de São Paulo negou pedido feito pelo Ministério Público paulista, que recorreu ao STF e obteve a decisão histórica.


A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) determinou nesta terça-feira (29), por unanimidade, que o governo de São Paulo faça reformas para adaptar uma escola em Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, para garantir o acesso de pessoas com deficiência.
A decisão se refere apenas à Escola Estadual Professor Vicente Teodoro de Souza, mas, segundo o relator do processo, ministro Marco Aurélio Mello, o caso servirá de parâmetro para a garantia do direito em outros prédios públicos. "Diz respeito a apenas uma escola, mas a decisão vai se irradiar alcançando inúmeros prédios públicos", afirmou o ministro.
O TJ negou a ação civil pública por entender que obrigar o Executivo estadual a fazer uma reforma feriria a separação de poderes. Além disso, o TJ avaliou que seria necessário analisar a disponibilidade orçamentária do governo estadual.O entendimento do Supremo foi fixado na análise de um recurso do Ministério Público de São Paulo contra uma decisão tomada pelo Tribunal de Justiça do estado.
O MP, então, entrou com recurso no Supremo. Ao avaliar o pedido, os ministros da Primeira Turma entenderam que o estado tem o dever de fazer a reforma.
A ação alegou que alunos com deficiência e que usam cadeira de rodas não conseguiam acessar o andar com salas de aula. Também argumentou que não há acesso para os alunos nas entradas, na quadra de esportes e nem banheiro exclusivo.
No processo, o estado de São Paulo argumentou que não pode ser obrigado a fazer reformas "de afogadilho" em todas as escolas públicas sem previsão orçamentária.
O ministro Marco Aurélio Mello, afirmou em seu voto, que a Convenção Internacional Sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência estabelece que o poder público tome medidas para garantir a acessibilidade.
"Barreiras arquitetônicas que impeçam a locomoção de pessoas acarretam inobservância à regra constitucional, colocando cidadãos em desvantagem no tocante à coletividade", afirmou.
fonte: G1

PARAPAN de Jovens - Brasil terminou em 1o lugar

Marcelo Régua/CPB/MPIX

 O Brasil conquistou, mais uma vez, o título de campeão geral dos Jogos Parapan-Americanos de Jovens, encerrado no início da noite de sábado, 19, em Buenos Aires, na Argentina. Os atletas brasileiros voltaram para casa neste domingo, 20, com nada menos que 209 medalhas, sendo 102 de ouro, 65 de prata e 42 de bronze. O país levou 136 competidores a Buenos Aires. A segunda colocação no quadro geral terminou com o México: 155 pódios (58 ouros). Os argentinos foram os terceiros, com 38 ouros de 133 medalhas. Para deixar a conquista ainda mais saborosa, o país fechou a participação no Parapan com uma goleada de 3 a 0 na Argentina, na decisão do Futebol de 7 (para paralisados cerebral), debaixo do sol forte da tarde do sábado. O Parapan de Jovens foi disputado em Buenos Aires desde quarta-feira, 14, por mais de 600 atletas de 17 países das Américas em dez modalidades: atletismo, basquete em cadeira de rodas, bocha, futebol de sete, goalball, halterofilismo, judô, natação, tênis de mesa e tênis em cadeira de rodas. Trata-se de um importante evento para revelação e desenvolvimento de jovens talentos no caminho para os Jogos Paralímpicos do Rio-2016. O desempenho brasileiro foi elogiado pelo presidente do CPB (Comitê Paralímpico Brasileiro), Andrew Parsons. “Deixamos Buenos Aires com uma imensa satisfação pela performance irretocável de todos os nossos atletas. E a certeza de estarmos no caminho certo rumo ao quinto lugar no quadro de medalhas dos Jogos Paralímpicos do Rio-2016”, vibrou Parsons. Confira, abaixo, um resumo da participação do país em todas as modalidades: Atletismo A modalidade foi responsável por 61 das 209 medalhas brasileiras no Parapan. Os destaques do atletismo brasileiro em Buenos Aires foram Lorena Spoladore (classe T11), com três ouros e uma prata, e Mateus Evangelista (T37) e Verônica Hipólito (T38), com três ouros cada. O desempenho garantiu ao Brasil a liderança do quadro geral da modalidade. No total, a delegação brasileira do atletismo conquistou 38 ouros, 16 pratas e sete bronzes. Basquete em cadeira de rodas No sábado, último dia de competições no Parapan, o basquete em cadeira de rodas do Brasil massacrou os donos da casa para levar o ouro. Os incríveis 75 a 7 anotados pela seleção fecharam a impecável campanha brasileira de quatro vitórias nas quatro partidas disputadas. Antes da grande atuação na final, o Brasil já havia derrotado Colômbia (64 a 29), Venezuela (75 a 21) e Chile (104 a 14). Bocha Com duas medalhas de cada cor, a delegação brasileira da bocha dominou o quadro geral da modalidade. Os ouros ficaram com Itamara Galdino (classe BC3) e Maykon Douglas de Jesus (BC4). Lucas Araújo (BC2) e Alice Ribeiro (BC3) garantiram as pratas brasileiras. Os bronzes foram conquistados por Eliza Greice Alves (BC3) e Otavio Mendez (BC4). Futebol de 7 O futebol de 7 foi mais uma modalidade em que o Brasil arrasou a Argentina na final para ficar com o ouro. Com dois gols de Thiago Silva e um de Luiz Lima, a Seleção derrotou facilmente os donos da casa por 3 a 0. Assim como no basquete, o fut-7 brasileiro encerrou o Parapan com 100% de aproveitamento. Além da vitória contra os hermanos, o time comandado pelo técnico Paulo Cabral massacrou a Colômbia (11 a 1) e o México (6 a 1). Goalball A supremacia brasileira nos esportes coletivos seguiu no goalball. Mais uma vez, campanha irretocável e show de goleadas que garantiram o ouro ao Brasil. Para chegar ao título, a seleção derrotou a Argentina (10 a 0 e 12 a 2) e o México (18 a 8, 11 a 1 e 13 a 3, na final). Com o ouro, a equipe brasileira se recuperou do resultado conquistado no último Parapan de Jovens, disputado em Bogotá, na Colômbia, em 2009, quando ficou com a prata. Halterofilismo O halterofilismo brasileiro saiu da Argentina com quatro medalhas. A principal delas foi o ouro do mineiro Lucas Tavares (categoria até 59kg), de 17 anos, que levantou 121kg. Com o resultado, o jovem atleta superou em um quilo o recorde anterior da categoria, de 120kg. Além da medalha dourada de Lucas, o Brasil faturou, ainda, três bronzes na modalidade, conquistados por Marcos Gabriel Cruzato (até 49kg), Rafael Silva (até 65kg) e Mateus Silva (até 97kg). Judô Com três ouros e duas pratas conquistadas, o judô brasileiro liderou o quadro de medalhas no Parapan de Jovens. O Brasil subiu ao lugar mais alto do pódio com Kennedy Nogueira (categoria até 60kg), Abner Nascimento (até 73kg) e Luiza Oliano (até 48kg), campeã mundial juvenil da IBSA (sigla em inglês para Associação Internacional de Esportes para Cegos). As pratas vieram com Mike Bispo Ribeiro (até 66kg) e Nathan Relíquias (até 73kg). Natação A natação foi a modalidade que mais rendeu bons resultados ao Brasil. Os nadadores brasileiros conquistaram incríveis 111 medalhas, sendo 46 de ouro, 41 de prata e 24 de bronze. As piscinas do Centro Nacional de Alto Rendimento (Cenard) foram palco do domínio brasileiro, em especial de quatro jovens atletas que prometem brilhar nos Jogos Paralímpicos do Rio-2016. Talisson Glock e Ítalo Pereira, ambos de 18 anos, voltaram para casa com cinco medalhas de ouro. Lucas Mozela, de 15 anos, e Gabriel Tomelin, de 18, foram além e faturaram seis medalhas. O paulista Lucas levou cinco ouros e um bronze, enquanto o mineiro Gabriel conquistou cinco ouros e uma prata. Tênis de mesa Os mesatenistas do Brasil dominaram as disputas da modalidade e voltaram para casa com 15 medalhas na bagagem, sendo nove ouros, três pratas e três bronzes. Os títulos coletivos vieram na disputa por equipes masculinas (classes TT6-8 e TT9-10) e equipes femininas (TT3-5). Já os ouros individuais foram conquistados por Paulo Salmin, Guilherme Andrade, Leonardo Macedo Silva, Thais Fraga, Mylena Cordeiro e pela grande revelação do tênis de mesa brasileiro Bruna Alexandre. Tênis O tênis em cadeira de rodas foi a única modalidade em que o Brasil não conquistou uma medalha de ouro no Parapan de Jovens. O melhor resultado brasileiro na competição foi obtido por Millena dos Santos, de 17 anos. Além da prata de Millena, o Brasil levou, ainda, três bronzes no tênis em cadeira de rodas. Dois deles foram conquistados na disputa de duplas masculinas (classe aberta) e o terceiro veio com Fábio Neto, no masculino individual. fonte CPB.ORG.BR

domingo, abril 14, 2013

Quebrando tudo!

Os Inimigos

nerudaysuperrito
Para os que salpicaram a pátria de sangue,
peço castigo.
Para o verdugo que ordenou esta morte,
peço castigo.
Para o traidor que ascendeu sobre o crime,
peço castigo.
Não vos quero como embaixadores,
tampouco em casa tranquilos,
quero ver-vos aqui julgados,
nesta praça, neste lugar.
Quero castigo.