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terça-feira, fevereiro 14, 2012

Caso Oscar

Oscar I

O guri jogou duas partidas espetaculares contra o Aurich e o Caxias. A tabela com Dagoberto, resultando num golaço, na serra gaúcha, foi uma pintura. Coincidência ou não, justamente depois da decisão do Tribunal do Trabalho Paulista que revogou a sentença que determinou sua liberação do São Paulo. Como disse última coluna, a "pendenga" envolvendo Oscar deve se arrastar ainda por algum tempo, permanecendo, durante tal interregno, sua vinculação com oINTERNACIONAL.

Oscar II

Além do recurso que, certamente, será interposto para que a causa ganhe as prateleiras do Tribunal Superior do Trabalho (TST), alguns pontos merecem ênfase na controvérsia: 1) oINTERNACIONAL não é e nunca foi parte do processo; 2) por consequência, os efeitos da sentença se limitam às partes (São Paulo e Oscar); 3) o fato de a sentença ter sido revogada, não lhe retira do mundo os efeitos produzidos; é dizer: o contrato firmado com oINTERNACIONAL é legítimo e se mantém, mesmo após a revogação; até porque, quando de sua assinatura, nos termos da Lei 9615 (a conhecida Lei Pelé), Oscar era um atleta sem vínculo com clube algum - e, por isso mesmo, após a assinatura com o Colorado houve o devido registro no BID da CBF.

Oscar III

Caso mantida a atual situação de vitória do clube paulista, a solução para o impasse, após o trânsito em julgado da decisão a ser tomada em Brasília, nos julgamentos cabíveis perante o TST (o que demandará não menos do que 2 ou 3 anos), trará como consequência máxima aoINTERNACIONAL o desembolso de algum montante como forma de auxiliar o jogador Oscar (pois, repita-se, o INTERNACIONAL não é parte do processo - o condenado será o jogador) a ressarcir ao São Paulo. Voltar a jogar no São Paulo, com certeza, Oscar não voltará.

São Paulo freguês I

Pelo que sei, a origem do processo envolvendo Oscar e São Paulo foi a assinatura de um contrato com prazo superior a 3 anos com o jovem atleta, quando este tinha apenas 16 anos (o que é vedado pela Lei Pelé). Além disso, pelo que li e ouvi, houve negligência do São Paulo quanto aos recolhimentos do FGTS, o que também gera rompimento do vínculo contratual-trabalhista.Portanto, ao contrário do que afirmam, principalmente em São Paulo (ou nas imediações da azenha), há muita água para rolar debaixo dessa ponte. O Recurso de Revista que Oscar encaminhará ao Tribunal Superior do Trabalho possui base legal e sustentação jurídica.

São Paulo freguês II

Aqueles que afirmam que o INTERNACIONAL, como clube formador, dá um tiro no pé ao assinar contrato com jogadores nessa situação, enganam-se solenemente. Há longa data, o Colorado é o clube de melhor administração do futebol brasileiro (já ultrapassamos o tricolor paulista há alguns anos nesse quesito, também). Nunca perdemos um jogador de nossas divisões de base, por falhas contratuais ou ausência de recolhimentos de FGTS. Ponto para a boa administração e planejamento de futebol Colorado e, acima de tudo, ao forte departamento jurídico vermelho.

São Paulo fregues III

O episódio demonstrou e confirmou, de uma vez por todas, que o São Paulo é o clube menos ético do país. A boataria jogada aos quatro ventos na imprensa esportiva (leiga e desinformada no que se refere às questões jurídicas), na tentativa de criar terrorismo na véspera da estréia doINTERNACIONAL na Copa Libertadores, foi de uma falta de ética sem precedentes. O São Paulo, clube anti ético, merece perder seus jogadores. E, diga-se, já virou filho do Colorado, tanto dentro de campo (Libertadores 2006) como fora dele (Oscar e Dagoberto).

quarta-feira, junho 15, 2011

Não vale a pena ver de novo

Repetição de velhas falhas. Erros mais do que previsíveis. Jogadores mal posicionados em campo. As semanas que o calendário concedeu a P. R. Falcão não surtiram qualquer feito na hora do vamos ver. O time apresentou os mesmo problemas de outrora. Equilíbrio e compactação, palavras tão rotineiras dentro do Beira Rio, infelizmente, são peças clássicas da retórica treinadorística. O problema é que, dentro das quatro linhas, falta equilíbrio e não há compactação alguma entre os setores. A meia cancha não protege a zaga e não consegue municiar o ataque. Os laterais, como diz o mestre C. Cabral (Rádio Band AM) ficam entre San Juan e Mendoza; nem marcam e nem apoiam. A Avenida Nei, em nosso flanco defensivo direito, continua a ser o caminho preferido para que os adversários cheguem a nossa meta. E é por ali que sofremos pelo menos 60% dos golos (o restante é dividido em 30% de bolas paradas e 10% de chutes de fora da área). Falcão concede entrevistas demonstrando tranqulidade e dizendo que não está preocupado. E, de fato, o que mais preocupa não são os resultados, mas sim a repetição de falhas e conceitos mais do que superados.

Sigo a análise em http://mundoesportivo-classicos-grenal.blogspot.com/

domingo, junho 12, 2011

segunda-feira, abril 04, 2011

FIZ MINHA PARTE

Atendendo a convocação, DEI UMA SÓCIA DE PRESENTE PARA O INTERNACIONAL. .

domingo, abril 03, 2011

quinta-feira, março 17, 2011

Missão Cumprida e alma tranquila


O INTERNACIONAL cumpriu a missão em Cochabamba. Mas, adianto, a vitória não serve de parâmetro para congecturas ou definições. O baixo nível técnico e tático do adversário afasta qualquer possibilidade de se fazer juízos. Porém, é fato que o Colorado, hoje, atendeu uma antiga máxima do futebol, que preconiza a necessidade de vencer, com goleada, adversários fracos. Construímos um placar de 4x1 com todos os gols derivados de bola rolando. O último, aliás, foi uma pintura e revelou toda a categoria e qualidade do lateral Kleber (por vezes contestado, inclusive por boa parte da torcida).

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A vitória, a propósito, começou a se contruir já na definição do onze inicial. A saída de W. Matias para o ingresso de Tinga representou avanço. Mais pela qualidade de Tinga do que pela alteração de sistema tático. Continuamos a jogar com três volantes, mas ao menos Roth não cometeu a heresia de sacar o jovem Oscar da equipe para montar uma meia cancha com 4 volantes. Teria sido uma heresia sem precedentes! Ainda não foi o time corajoso com um quadrado na meia cancha (Bolatti, Guina ou Tinga, Oscar, D'Alessandro - Andrezinho na sua ausência) mais R. Sóbis e Damião na frente. Com essa escalação, afirmo, correríamos o mundo a desafiar os grandes da Europa e regressaríamos consagrados com uma penca de vitórias na bagagem.

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Mas essa formação vive apenas em sonhos. Por enquanto, vamos com o losango de Roth. Ao menos os 3 volantes possuem atributos, o que minora a má escolha tática. Bolatti se sai muito bem na cabeça de área, Guinazu é o velho pulmão e Tinga continua a funcionar como um belo motor. Só não gosto de ver Tinga jogando como ponta de lança como está. E aí, exatamente, reside a discórdia. Por que não termos Oscar e D'Alessandro, jogadores da posição, a fazer tal função ?

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No mais, repetiu-se um golo contrário de cabeça numa falha de Nei. Por que Nei é colocado para cabecear a primeira bola se não possui o atributo do cabeceio e nem altura para tal ? E ainda tivemos de suportar o ingresso de W. Matias por Tinga que diminuiu, bastante, o padrão de jogo. Torcer para time de Roth é isso, conviver com a teimosia, falta de coragem e "mesmisse" tática.

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Por fim, não posso deixar de manifestar minha imensa alegria e satisfação com a venda de Alecsandro (clique e confira notícia). Aliás, foi a notícia dada pelo porteiro do prédio Gilvan que me fez acessar a internet e me provocou a editar essa postagem. Tchê, vou dormir com a alma tranquila hoje...

segunda-feira, dezembro 20, 2010

sábado, dezembro 18, 2010

DE CABEÇA ERGUIDA


Colorado aquecendo para a partida que decide o 3o lugar no MUNDIAL FIFA.


VAMO VAMO MEU INTER... Sempre contigo! Colorado deve ter orgulho de estar lá, disputando o Mundial FIFA, o que já é um grande feito. Só para lembrar os invejosos de plantão, lá estamos porque somos CAMPEÕES DA COPA LIBERTADORES.

quinta-feira, dezembro 09, 2010

EVOCANDO MITOS

Já estamos em ABU DÁ BI e o momento é de concentração total e de evocar mitos. Aí vai, então, uma foto do INTERNACIONAL do final da década de 60. Tchê, peço um minuto de reflexão para a linha ofensiva: Valdomiro, Sergio Galocha, Claudiomiro ´Bigorna´, Tovar e Dorinho...

Esse time só não foi campeão nacional porque nos garfaram em duas edições do extinto Robertão



quarta-feira, outubro 20, 2010

VACARIA

"Adoro o Internacional". Assim, Olávio Dorico Vieira, o famoso Vacaria, se refere ao Colorado, seu time do coração. Vacaria não guarda mágoa nem mesmo de nunca ter recebido chance de trabalhar como técnico no clube que o projetou dentro de campo. Duas vezes se especulou o nome dele, mas nunca se concretizou, nem mesmo para divisões de base. O ex-lateral-esquerdo do Inter está precisando trabalhar. Há quatro anos desempregado, ele se queixa de terem espalhado boatos de que estaria com hepatite C. Natural de Urussanga, Santa Catarina, nascido em 26/01/51, Vacaria começou a carreira no clube amador Bota de Ouro. Lá, ganhou o apelido que carrega até hoje. De Vacaria, foi a Passo Fundo jogar no 14 de Julho.De lá, para o Inter, onde foi sete vezes campeão gaúcho e bi nacional. Encerrou no Palmeiras, com 30 anos. Voltou para Passo Fundo, onde treinou o 14. E aí, peregrinou por muitos clubes do Interior. São Borja, Esportivo, Caxias, Novo Hamburgo, três vezes, Brasil de Pelotas, duas vezes. Ainda sonha em treinar o Inter. Vacaria é casado com Teresinha, pai de Paula, do segundo casamento, e mais Maria Elisabeth e Marcos Paulo, do primeiro. A campanha mais marcante para ele foi a conquista de 74, quando aquele timaço do Inter venceu 18 jogos em 18 disputados pelo Gauchão, que na década de 70 tinha enorme valor. Para Vacaria, o Inter deveria ter ganho o Brasileirão de 73 e 74, mas o apito não deixava. No seu entender, o Inter só conseguiu ganhar em 75 e 76 pela intervenção de Hofmeister, então presidente de Federação que conseguiu que o título fosse decidido na casa do clube de melhor campanha. Fora daqui, o apito impediria outra vez. Quem quiser contratar um profissional sério: Vacaria está procurando ocupação. (Luiz Carlos Reche, Por onde Anda, Correio do Povo, domingo 17/10/2010)
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para conferir a entrevista completa com o Vacaria clique em http://www.cadeiracativa.com/