Mostrando postagens com marcador tinga. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador tinga. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, julho 01, 2011

OPORTUNIDADE PARA CONHECER O TÉCNICO FALCÃO


A melhora do time passa sim pela aproximação de Dalessandro e Oscar e suas ótimas atuações, mas, não se pode negar, passa muito mais pela fixação do sistema de 2 volantes e 2 meias ofensivos... Sempre que atuou com Guinazu e Tinga o meio campo rendeu defensiva e ofensivamente. Não pelos nomes, mas pelo sistema. Fosse Glaydson e Bolatti ao invés de Tinga e Guinazu e teria rendido igualmente. Qualquer dupla que contemple 2 desses 4 nomes se sairá bem.

Aliás, pela equivocada utilização de 3 volantes em Abu Dabi também passou nossa derrota para o Mazembe. No mínimo desde setembro de 2010 preconizo a abolição do maldito sistema com 3 volantes:

" OS ERROS DE CELSO
.
Começo pelo maior deles: morrer abraçado com os volantes. Tirar W. Mathias (ou até Guiñazu que jogou amarelado durante 60 minutos) era algo óbvio se o objetivo era a vitória. Roth precisa testar uma meia cancha com Guiñazu de cabeça de área (e movimentação limitada), Tinga, Giuliano e D’Alessandro. (BLOgNAL - COLUNA n. 188 - 13.SETEMBRO.2010)"

Roth insistiu e morreu abraçado com ele. Falcão, ao que parece, começa a eliminá-lo de vez das bandas do Beira-Rio. A conjectura atual trará um teste definitivo para as convicções de Falcão. Sem Tinga (lesionado), D'Alessandro (suspenso) e Oscar (convocado para seleção Sub20), poderá escalar uma meia cancha com Guinazu, Bolatti (ou Glaydson), R. Goulart (no lugar de Oscar) e Fabrício (no lugar do argentino). Mas poderá, também, retomar o sistema com 3 volantes, em flagrante retrocesso tático.

quarta-feira, abril 27, 2011

AGUARDO RETRATAÇÃO





A vitória de domingo em Caxias do Sul produziu num único lance duas situações que exigem pronta e urgente retratação por parte de uma gama de "'doutos" do futebol pampeano. A "lambreta" que o Damião aplicou no zagueiro caxiense, deixando-o com uma lordose para o resto da vida, escancarou a técnica apurada e rara de nosso centroavante, a exigir retratação (pronta e urgente, repito) daqueles que o taxavam de tosco. E depois o lance de dinamismo, garra, força, colocação perfeita de P. C. Tinga, coroou uma exibição que pode ser denominada de "cala a boca corneteiros". Desde que Tinga ingressou em campo, a impressão foi de que o INTERNACIONAL estava com um jogador a mais e não com um a menos. o NEGO Tinga calou a boca dos "doutos" do futebol pampeano que o taxaram de ex-jogador. De minha parte, sigo no aguardo de que tais "doutos" se retratem, com prontidão e urgência, em seus espaços na grande mídia pampeana.